Foi, falou e disse

CROSS CULTURE IN COMPANY – Imersão necessária!

Na edição de Novembro da revista TN Petróleo 74, a CP4 Cursos no Exterior foi destaque com a matéria “Imersão Necessária”, com o tema, Cross Culture in Company, programa que prepara profissionais do setor de Óleo e Gás para atuar em um mercado globalizado. Aulas de inglês que vão mais além do idioma, passando pelo ‘tecnês’ dessa indústria e pelos aspectos socioculturais do país onde vão atuar.

Antenada com as demandas da indústria de petróleo e gás natural, a CP4 Cursos no Exterior está ajudando a preparar os profissionais brasileiros para interagir melhor nesse mercado globalizado. “Para estabelecer parcerias e fechar negócios, é preciso mais que o domínio do idioma dos stakeholders e do ‘tecnês’. É preciso desenvolver a melhor compreensão possível da cultura do interlocutor. Uma frase não dita, uma forma de apresentar a proposta, pode definir a assinatura de contratos ou colocar tudo a perder”, destaca Ana Beatriz Faulhaber, diretora da CP4, educadora e idealizadora do programa Cross Culture in Company.

O Cross Culture in Company foi desenvolvido em parceria com a ILS English, instituto de inglês baseado em Nottingham (Inglaterra), e inclui softwares para treinamento, simulação de apresentação de propostas, reuniões e discussões, teleconferências e, claro, o aprimoramento do idioma estrangeiro. “sem a preparação cultural, grandes negócios podem gerar níveis de estresse desnecessários e uma sensação de frustração e impotência  decorrentes de resultados negativos”, comenta Taal Millard, diretora da ILS.

Fabiana Faulhaber e Tall Millard

Habilidades “transculturais” – segundo a diretora da CP4 Cursos no Exterior, estudos coordenados pela Fundação Dom Cabral, em Belo Horizonte, mostram que, em 2006, as empresas brasileiras aplicaram Us$ 28,2 bilhões na compra de companhias e consolidação de novos negócios internacionais, enquanto as estrangeiras investiram Us$ 18,8 bilhões por aqui. Esse montante de recursos fez com que o Brasil assumisse o posto de segundo maior exportador de investimentos estrangeiros entre os países em desenvolvimento e de maior da América Latina.

“A previsão é que o volume de organizações transnacionais deve crescer, já que as empresas de médio porte também estão em processo de internacionalização”, avalia Faulhaber, lembrando da necessidade de atender às novas demandas de um mercado mais exigente, cada vez mais formado por uma geração para a qual informações e comunicação em tempo real são uma constante.

Um das vantagens do programa Cross Culture in Company é a possibilidade de a empresa promover o aprimoramento de seus executivos, com o suporte de uma instituição internacional, mas sem que estes precisem sair do Brasil.

Matéria TN Petróleo

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