Carreira e Mercado

Inglês para poucos

A fama da simpatia do brasileiro no exterior é inquestionável. A hospitalidade tão natural é um detalhe que dá um toque muito especial para qualquer tipo de viagem, e que faz do país um lugar sempre bem lembrado e recomendado. Mas isso não se traduz em aprendizado. Uma recente pesquisa do British Council, instituição com o objetivo fortalecer os laços entre o Reino Unido e os países onde está presente, constatou que apenas 5% da população brasileira sabe falar inglês. Não é à toa que, outro dia, pilotos da nossa aviação civil foram acusados de não se fazer entender em voos internacionais.

Segundo esse levantamento, no Brasil, cerca de 10,5 milhões de pessoas falam inglês, o que corresponde a pouco mais de 5% da população. “Dentro desse número, já pequeno, só 20% se comunicam bem. A maioria, 43%, tem uma noção inicial do idioma e 37% conseguem estabelecer uma conversa, mas com muita dificuldade no vocabulário e na compreensão”, diz a sua diretora, Virginia Maria Garcia.

Em épocas pré-eventos esportivos, em que os olhos do mundo todo começam a se voltar cada vez mais para o Brasil, a falta de fluência na língua inglesa representa risco de perda de oportunidades, para profissionais e para as empresas. Um dos fatores negativos apontados pelo Comitê Olímpico Brasileiro foi o baixo índice de pessoas com proficiência em inglês.

A vinda da Copa de 2014 e das Olimpíadas de 2016 ao Brasil tem sido uma motivação a mais para aprender uma segunda língua, já que o país receberá cerca de 980 mil estrangeiros e alguém precisa se comunicar com eles. Além disso, quem fala inglês bem pode ganhar de 30% a 50% a mais do que quem tem qualificações equivalentes, mas não o domínio do idioma. Aí já estão dois bons motivos para começar a estudar.

De acordo com Sérgio Sgobbi, diretor de Educação e Recursos Humanos da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), a globalização forçou as pessoas a falarem inglês por ser a língua utilizada nos negócios internacionais. Apesar da grade curricular das escolas contar com sete anos de ensino de línguas, a habilidade de falar uma segunda língua no Brasil é encarada como um diferencial e não como uma necessidade.

A qualificação e a busca por diferenciais tem sido importantes aliadas para driblar as dificuldades no mercado de trabalho. Para garantir uma boa colocação no mercado, a constante atualização é exigência e, em meio a tantas cobranças, está uma que chega a amedrontar alguns candidatos: o domínio de uma língua estrangeira.

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