Carreira e Mercado

EXISTE UM IDADE CERTA PARA FAZER UM INTERCÂMBIO?

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Esta foi a pergunta que Ricardo Machado fez quando resolveu participar de um intercâmbio para a Argentina. A abordagem do depoimento dele passa por questões que são pertinentes aos profissionais que resolvem se inscrever nesta experiência única.

Necessidade/demanda
Estar no mercado de trabalho, ter que participar de reuniões com pessoas de outras nacionalidades e culturas, resolver questões ao telefone, interagir na linguagem específica de uma área, participar de um congresso. Estas são algumas das solicitações e demandas do profissional que está em um mercado que se altera diariamente. Por este motivo, há escolas e cursos específicos para quem não tem tempo a perder. Para os profissionais que tem que apresentar resultado no menor tempo possível. As aulas podem ser em grupo, individual ou um mix dos dois. A carga horária é adequada às necessidades individuais e entrevistas prévias são feitas para que os objetivos sejam alinhados.

A escolha do destino
Em função do objetivo a ser alcançado é que normalmente acontece a escolha do destino. Estar próximo ao local do congresso, viabilizar a ida da família para encontrar após o curso e fazer uma viagem familiar, aproveitar e participar de uma clínica de esporte, como tênis após o curso, ou até mesmo ter aulas de golfe e relaxar, enquanto está estudando. Cada profissional tem uma demanda e a interação com a consultoria adequada que pode orientar a melhor escolha neste momento é fundamental.

O próximo item também conta bastante na escolha final. Afinal, onde o profissional ficará acomodado é  essencial. Como Ricardo mencionou em seu depoimento, ele escolheu ficar com uma host family.

Acomodação
Host Family é uma das alternativas que vai proporcionar um aproveitamento extra para o treinamento da linguagem coloquial e do conhecimento da cultura dos hábitos e do dia a dia. A conexão imediata que o profissional tem quando se apresenta esta alternativa é sempre que esta forma de hospedagem é para adolescentes. Quando sabem que vão ser recebidos por uma família de nível executivo, evetualmente da mesma área de atuação, acham uma alternativa interessante. Claro que, para quem prefere outras alternativas, há o oferecimento de studios, flats, hotéis e algumas chegam a oferecer algumas residências específicas, quando não ficam acomodados na própria instituição.

Saber que para o Ricardo Machado cada um destes pontos foi fundamental para a escolha correta e para o sucesso do programa consolida o posicionamento de uma consultoria educacional personalizada que é a proposta da CP4.

Leia abaixo ou no nosso blog o depoimento deste jornalista que já está de malas prontas para voltar para Buenos Aires, só que agora, em outra posição. Vai participar de um congresso e apresentando tudo em espanhol.

ricardo machado

“Aos 40 e poucos anos tive minha primeira experiência de intercâmbio: estudar espanhol no exterior. Resolvi reciclar meus conhecimentos sobre o idioma mais de dez anos após concluir o curso que fiz no Brasil. Amo espanhol e a necessidade de “afiar a língua” se somou à vontade de ter uma experiência de estudo em outro país, ainda que por pouco tempo. A escolha do destino – Argentina ou Chile – foi feita com a ajuda da CP4, que procurou entender todas as minhas necessidades e expectativas para indicar os melhores programas.

Escolhi Buenos Aires. Já conhecia a cidade, mas o “pacote” oferecido pela Expanish foi o mais atraente. Reunia 30 horas de estudo intensivo em uma semana, sendo dez delas em aulas exclusivas, individuais, com foco em vocabulário específico. Sou jornalista, mas atuo há mais de 20 anos prestando consultoria em assessoria de comunicação à associações médicas, então, lá fui eu estudar os temos e expressões dessa área.

Tudo Perfeito! Bem… Quase. Eu escolhi o período da Páscoa, que em 2014 caiu em junho, para aproveitar o feriado nacional na mesma semana em que teríamos um feriado no Rio de Janeiro, onde trabalho e vivo. Tudo certo: em Buenos Aires não há o feriado de Páscoa. Entretanto, eles comemoram o Dia da Bandeira Argentina, em 20 de junho, quando todo o país para. Ok! Era só mais um desafio: cumprir 30 horas em quatro dias.

A experiência não poderia ter sido melhor. Escola com ótima infraestrutura, professores dedicados, colegas de turma interessados e um intensivão. Como queria ir fundo na vivência do intercâmbio, escolhi hospedar-me em uma host family. Mais uma vez, o suporte da CP4 foi essencial – perguntaram sobre minhas preferências, hábitos, expectativas e tudo mais que pudesse contribuir para a escolha do anfitrião ideal. No meu caso, uma anfitriã, professora de inglês e espanhol, simpaticíssima e hospitaleira, com quem pude intensificar ainda mais a prática do idioma.

Então, respondendo à pergunta do título deste depoimento: não! Nunca é tarde para novas e enriquecedoras experiências. E a melhor forma de tentar garantir o êxito é, sem dúvida, buscar uma boa consultoria, quesito no qual a CP4 é campeã. Eu tinha certeza que não estava sendo atendido como se fosse um número, uma cifra, mas como alguém que possuía expectativas e necessidades que a CP4 soube reconhecer e ajudar a transformar em uma ótima experiência de vida.

PS: Como ninguém é de ferro, aproveitei o feriado argentino para uma esticada à Colonia del Sacramento, cidade história do Uruguai que fica a pouco mais de uma hora de barco de Buenos Aires. Perfeito!

Ricardo Machado
Jornalista
Rio de Janeiro”

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